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Gerar e motivar o bem – por Armando Cerci (Bioquímico/Articulista)

Temos consciência do dever de fazer o bem e isso pode representar ações de amor ao próximo, oriundos das convicções pessoais, religiosas, filosóficas etc. Uma infinidade de pessoas, em qualquer ambiente, precisa de ajuda. A ajuda que pode vir na forma de um prato de comida, um remédio, ou até mesmo de uma orientação para um problema vivenciado.

Às vezes imagina-se que fazer o bem é desenvolver assistência social. Sabemos muito bem as ações sociais, especialmente as mais urgentes e necessárias de intervenção, tem o seu lugar e relevância. Mas não se esgota nisso ou se limita a isso.

Acredito que fazer o bem, significa, criar oportunidades, capacitar para uma ação mais duradoura. Fazer o bem tem de ser entendida, minha gente, como a construção social através de uma intervenção nas estruturas que dificultam a vida das pessoas, estruturas essas que pode ser social, econômica, emocional e até mesmo psicológica.

Chego a conclusão que fazer o bem não fica restrita as palavras, e sim em ações, como por exemplo ajudar alguém sair das ruas e ter um teto, roupas e comida para uma vida com um mínimo de decência. Fazer o bem é capacitar alguém para conseguir um emprego e um salário que lhe permita ter dignidade. É também ajudar as pessoas encontrarem caminhos para impactos emocionais degradantes, disfunções relacionais ou até mesmo para traumas que impedem pessoas de serem pessoal e socialmente ativas.

Você bem o sabe meu caro leitor, quantas são as pessoas, que não tendo necessidades materiais, precisam de ajuda para vencer problemas com doenças, nós emocionais e pessoais, e não encontram muitas vezes programas de ação pública para servir de suporte e resolutividade para suas aflições.

Pessoalmente acho que a bondade é o único investimento que nunca falha. Semear bons atos transborda em um benefício universal, pois fazemos florescer os corações que tocamos com ele.

E você já fez pequenas ações hoje? Mesmo que você ache que de nada vai servir. Mude, plante, convença, influencie, mobiliza porque sempre é tempo de fazer o bem.

Amanhã ao acordar agradeça ao criador nosso Deus, e saia cumprimentando o seu vizinho, estende a mão ao seu irmão, dando um sorriso, agradecendo, compartilhando e sendo fraterno, afinal temos motivos de sobra para perceber que o mundo precisa de mais amor.

Não basta desejar o bem, é preciso fazer o bem. Daí de graça o que de graça recebestes.

Interessante que um pesquisador renomado disse pessoas que praticam boas ações e fazem o bem, e por estarem felizes com a ação, possuem menos probabilidades de ter depressão e também de sofrerem doenças crônicas, além de terem o funcionamento do sistema imunológico ( que cuida da defesa contra as doenças) aumentado. Ou seja, quem cultiva a gentileza, a boa ação, tende a ser mais feliz e mais saudável. E como uma coisa puxa a outra, após uma boa ação, temos o sentimento da gratidão que desencadeia benefícios semelhantes.

Encerro proporcionando a todos o que está escrito em Gálatas: “e não nos cansemos de fazer o bem, pois no tempo próprio, colheremos se não desanimarmos”.

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Psicóloga – PUC-MG

Especialista em Neurociência e Comportamento – PUC-RS

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